Escola Libano Brasileira

29 de junho, 2016

Guia, lanche e observação na tarde da SBI


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Ao fim de pelo menos 30 minutos os tapetes mudam de lugar, criam-se pequenas salinhas, como se fossem oásis

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Festa no encontro com Guia Religioso Mohamed Khalil

Eles chegaram em grupos, uma festa que não transcendia aos sete anos. Educados, tiraram os sapatos, alinharam, numa filinha que mais parecia marcada, mas seguiam apenas as orientações das normas estabelecidas por guias. Eram os alunos do pré-escolar e nível cinco da Escola Libanesa Brasileira.
Sentaram-se sobre os tapetes, tudo tão natural para eles, que parecia natural aos olhos de estrangeiros da fé. Ali ouviram o Guia Religioso da Sociedade Beneficente Islâmica de Foz, xeque Mohamed Klhalil.
A primeira comparação para delimitar a fé e a matéria estabeleceu-se na primeira pergunta.
- O que é possível pedir? Sugere um menino.
- Deve-se pedir o que é possível pedir. Por exemplo se você pedir uma moto hoje você não a terá, por qual motivo? Argumenta o guia.
- Somos muito pequenos! Responde em coro o grupo. Na mesma velocidade replicam novos exemplos, citam que veículo poderia ser, onde poderiam ir…
Assim, de exemplo em exemplo o encontro segue, sempre sob o olhar de professora orgulhosas de verem que ali esta o saber sendo exercido por todos, adultos, crianças e guia.
Ao fim de pelo menos 30 minutos os tapetes mudam de lugar, criam-se pequenas salinhas, como se fossem oásis. Neles sentam-se as crianças e desta vez o alimento não é espiritual, mas para o corpo e cérebro. São sucos e esfirras. Ao fim é hora da despedida. Como chegaram partiram levando com eles e deixando para mim, alegria e esperança em um dia que ser guia não é orientar, saber, mas observar.

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